Voltar às Novidades

Reimaginar a Grécia

Se o Peru é onde a aventura começa, é na Grécia que ela se aprofunda. Em Tomb Raider: Legacy of Atlantis, as ruínas da Grécia marcam um ponto de virada. Os espaços se tornam mais grandiosos, os quebra-cabeças ficam mais exigentes e a história se expande para algo muito além do que Lara imaginou no início.

Vastidão transponível

Jason Epps, diretor de design da Crystal Dynamics, descreve a referência principal de design da Grécia em duas palavras: vastidão transponível.

“A câmara mortuária em St. Francis’ Folly é um ótimo exemplo”, comenta Epps. “Ainda no original, esta câmara vertical com quatro salas dedicadas aos campeões gregos tem um maravilhoso senso de escala. Levamos essa sensação ao restante do ambiente grego, conduzindo a um oásis oculto de ruínas.”

“No início da trajetória na Grécia, o jogador pode escolher qual das quatro tumbas explorar”, revela Epps. A Grécia dá a liberdade de explorar os espaços dela na ordem em que você preferir.

Esse poder de escolha muda a sensação de jogar lá. Cada tumba é um desafio autocontido com identidade, perigos e recompensas próprios. A ordem para lidar com elas cabe a você decidir.

Onde história e mito se chocam

Para John Stafford, diretor de narrativa da Crystal Dynamics, a Grécia oferece à história uma contribuição singular: “A Grécia é um lugar onde história e mito parecem inseparáveis, o que faz dela um cenário perfeito para Lara Croft”, alega. “Temos aí segredos antigos escondidos sob lugares que achamos que entendemos e revelações que impulsionam a história a novos patamares.”

ATL Gamescom Screenshots Discovery A v02

É também na Grécia que o mistério mais amplo entra em foco. “É na Grécia que a Lara começa a enxergar o panorama mais geral”, propõe Stafford, “tanto em matéria de ligação com a Atlântida quanto na percepção de Lara sobre a história tal qual ela conhece.”

Essa mudança de entendimento é pessoal. “Quando criamos as histórias de Tomb Raider , gostamos de misturar a história real com a mitologia para dar esse peso de plausibilidade”, confessa Stafford. “Lara vai se deparar com alguns rostos familiares da história grega, o que vai trazer para ela e para o público uma nova perspectiva interessante sobre o passado.”

Um novo tipo de desafio

A transição do Peru para a Grécia é sentida em todos os sistemas. Os ambientes são mais verticais, os caminhos são mais interconectados e os enigmas demandam mais do jogador. St. Francis’ Folly por si só já se destaca como um dos espaços mais marcantes da história de Tomb Raider , e a versão reimaginada se apoia inteiramente nesse legado.

Epps conta que a maior polêmica da equipe foi decidir até onde levar essa proposta. “Nossa maior discussão na Grécia foi sobre o nível de intrincamento a adotar no percurso do deslocamento pela câmara mortuária de St. Francis’ Folly”, revela. A resposta foi nitidamente ir com tudo na complexidade.

Essa complexidade explica uma parte do que torna a Grécia um ponto de virada. Os quebra-cabeças demandam mais atenção, o deslocamento pede mais precisão e, a cada confronto, a tensão parece aumentar. É o momento em Tomb Raider: Legacy of Atlantis que o jogo conta que o jogador vá se mostrar 100% à altura do desafio.

ATL Gamescom Screenshots DamoclesTrial A v02

E a Grécia tem mais surpresas na manga. Os confrontos que esperam Lara estão entre os mais memoráveis do jogo, bebendo na mitologia do mundo e produzindo o tipo de espetáculo que o jogo original apenas deixava vislumbrar. Mais sobre isso em um momento futuro.

Compre Tomb Raider na pré-venda: Legacy of Atlantis

A maior aventura de Lara Croft começa em 12 de fevereiro de 2027. A pré-venda já está disponível. Garanta sua edição antes do lançamento e acompanhe-nos nos próximos meses para conferir novos minidocumentários, análises aprofundadas e conteúdos exclusivos sobre o universo de Tomb Raider: Legacy of Atlantis.

Compartilhar
Compartilhar artigo no XCompartilhar artigo no Facebook
Mais antigo

Artigos recentes